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Como foram escolhidos" É necessário, pois, que dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi levado para cima, um deles se torne testemunha conosco da sua ressurreição. E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias. E orando, disseram: Tú, Senhor, que conheces os corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido para tomar o lugar neste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou para ir ao seu próprio lugar. Então deitaram sorte a respeito deles e caiu a sorte sobre Matias, e por voto comum foi ele contado com os onze apóstolos." conf: Atos 1:21-26 " E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço. Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. O parecer agradou a todos, e elegeram a Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas, e Nicolau, prosélito de Antioquia, e os apresentaram perante os apóstolos; estes, tendo orado, lhes impuseram as mãos. E divulgava-se a palavra de Deus, de sorte que se multiplicava muito o número dos discípulos em Jerusalém e muitos sacerdotes obedeciam à fé." conf: Atos 6: 2-7
Ainda hoje, quem são os Discípulos?"Ora, ia com Ele uma grande multidão; e, voltando-se a eles, disse-lhes: Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo." conf: S.Lucas 14:25-27
Mais um pouco de HistóriaA maioria das comunidades Cristãs em Alexandria, Antioquia, Edessa e Efesus foi eclipsada pelo surgimento do Cristianismo Romano ortodoxo (seguindo as tradições apostólicas de Pedro e do escolhido Paulo). O misticismo Cristão no Ocidente estava organizado segundo as tradições apostólicas de João, enquanto que o misticismo de Tomé, Felipe e Tiago era rejeitado como sendo "gnóstico". As comunidades Judáico-Cristãs originais retrocederam nas sombras do que seria chamado heresia e na época de Constantino, somente os ensinamento apostólicos de Pedro e João estavam sendo preservados no Ocidente, Assim, a Igreja Romana baseou sua sucessão apostólica em Pedro. As outras tradições apostólicas da Síria, Egito, Judéia e do Oriente se tornaram ortodoxias menores de "terceiro mundo", em cismas com Roma, só vindo à tona de tempos em tempos nos anais da história ocidental. No ano 155 o Bispo Polycarpo de Smirna visitou o Bispo Anicetus de Roma, a fim de persuadi-lo a aceitar a tradição estipulada pelo Apóstolo João de observar a Páscoa (Pascha), no dia judaico 14 de Nissan ou Passover, seja qual fosse o dia da semana. O bispo romano havia recebido uma tradição diferente através de Pedro (e dos evangelhos sinópticos, os evangelhos de São Mateus, São Marcos e São Lucas, assim chamados porque permitem uma vista de conjunto, dada a semelhança de suas versões), de acordo com a qual a Páscoa deve ser sempre celebrada no Domingo, o primeiro (ou oitavo), dia da semana judaica após Nissan 14. Os dois decidiram respeitar cada tradição apostólica, mas continuaram celebrando da maneira já acostumada. A tão chamada controvérsia Quartodécima, facilmente resolvida pelos sábios bispos se tornou, mais tarde, o centro de uma tempestade dogmática, resultando na excomunhão de muitas igrejas na Ásia Menor e na formação de igrejas quartodécimas heréticas. Muitos outros exemplos de declínio da paz e da unidade apostólica frustraram o desenvolvimento da doutrina Cristã e sua constituição, chegando até mesmo a gerar guerras e a perseguição religiosa. Uma coisa é certa, Jesus Cristo não transmitiu e nem tinha a intenção de transmitir uma autoridade apostólica para "excomungar" outros Apóstolos. Não há absolutamente base alguma para a excomunhão de uma tradição apostólica por outra, estas ações não tem validade, estas diferenças simplesmente separam um corpo eclesiástico de outro, de forma legítima, doutrinária e por vezes geográfica. Porém os ministros das igrejas protestantes são definitivamente não apostólicos, e tão pouco se proclamam como tal. O argumento que usam é que, a intenção original da sucessão apostólica era preservar os ensinamentos de Jesus, e que na época da reforma protestante estes se encontravam totalmente distorcidos. Assim, não havia necessidade de dar continuidade a qualquer linha apostólica para os ensinamentos Cristãos básicos. Trata-se de um profundo e significante ponto da história espiritual pois, pela primeira vez, é possível restaurar o total e completo Corpo de Cristo assim como era constituído originalmente - uma comunidade de santos com compreensões diversas, mas com verdadeira unidade espiritual.
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"Ele envia suas ordens a Terra, e Sua palavra corre velozmente..." - Salmos 147:15Sugestões ou Comentários sobre este WebSite, clique
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